

SONETO (020-SET) Dia do Farrapo e da Querência
No vinte de setembro, estoura a guasca,
O pingo ‘piazito’ já se enfrena, Na viração da pampa que lamenta A saga de um rincão que ainda se lasca. De pala alçado e fé que nunca entorna, O gaúcho se firma de mango e espora, Encilha a alma xucra e vem meio pachola Com a bandeira antiga que ainda assombra. Foi guerra de Cusco versus o império grande, Na ponta da adaga e do floreio, Que nós o povo Rio Grandense ‘gritamo’: - Farrapo sim, mas lombo não se rende, Mesmo que a tropa sangre dia inteiro, ‘Seguimo’ de peito ‘alanceio’ e armado.
MAZZAROLO ANGHINONI
Enviado por MAZZAROLO ANGHINONI em 07/09/2026
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